Da Investidura, Deve Levar A Uma Razoável Governança

Esta tarde, começa o debate pra investidura como presidente de Rajoy com o que se porá final a mais de 300 dias sem Governo em Portugal. Nunca tinha produzido uma situação está nas mãos de política e o bloqueio institucional aproximado.

Um contexto endiablado, com repetição de eleições em junho, a que nos dedicou o encastillamiento de alguns dos principais dirigentes nacionais. A resolução aprovada no domingo pelo Comitê Federal do PSOE pedindo aos seus deputados a abster-se a todo o momento desencallado ao término a ocorrência. E Rajoy será investido em uma segunda votação, previsivelmente, no sábado.

Que a legislatura possa então conceder a andar é uma interessante notícia. Todavia, como se voltou a apurar ontem com as intervenções dos líderes após seus encontros com o chefe do Estado, a governabilidade se afigura assaz custoso num clima de tanta inconsistência. Não bastará “o diálogo” o que ontem recorreu Rajoy.

será crucial que as formações tenham visão de Estado e responsabilidade dada a situação de precariedade de um Executivo em minoria que só se comprometeu a ofertar suporte Local. Porque se grave nos parecia que não se desbloqueara a ocorrência e fôssemos umas terceiras eleições, similarmente perniciosa seria uma atitude de fechamento e de instabilidade perpétua que evite uma mínima governabilidade.

por esse sentido, as frases de Javier Fernández, presidente da Comissão Gestora do PSOE, não fizeram senão aumentar este susto. Insistiu em que o seu partido abster-se-á para permitir a investidura, no entanto advertiu retumbante que nem apoiará os Orçamentos Gerais -o aparelho essencial pra que um Estado possa funcionar – nem ao menos dará constância alguma. Fernández foi mais compreensível do que há só quatro dias, o que se explica pela queda em que estão mergulhados os socialistas. O Comitê Federal do final-de-semana não acabou, nem sequer muito menos com o debate interno.

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E o risco de morte no grupo parlamentar é maior a cada dia que passa. Como imediatamente sabido, pelo menos dezoito deputados -incluindo os do PSC – conseguem quebrar a disciplina e avaliá não a Rajoy. E as ameaças de expulsão por parte da Gestora, não fizeram mais do que enconar muitas posições. Fernández não quis ontem deitar mais lenha ao fogo, porém não dissipou esta probabilidade tão extrema.

Não é esta uma situação simples. E, mesmo desse jeito, não temos dúvidas que deveria ser uma chance pra que os principais partidos constitucionalistas deixassem de lado os maximalismos e buscassem pontos de encontro pra encarar várias reformas básicas e urgentes. Rajoy argumentou ontem a 3 grandes perguntas que exigem esse consenso entre PP, PSOE e os Cidadãos locais, educação e financiamento regional.