O Cogul Relanzará Tuas Pinturas Rupestres Com Um Novo Relato Expositivo

A Agência de Patrimônio Cultural e da câmara Municipal do Cogul (les Garrigues) querem começar a dar conteúdo o projecto museológico do Centre d’Interpretació de lhes Pintures Rupestres do Cogul. O envoltório da Pedra dos Mouros é um dos conjuntos do rupestre levante a melhor classificação da Península Ibérica, pelo motivo de combina inscrições de data neolítica, ibérica e romana.

No conjunto podem ser vistas até quarenta e dois figuras pintadas e 260 itens gravados sobre a rocha. A cena mais famosa é conhecida como ‘a dança fálica’: um grupo de mulheres vestidas com saias longas e o organismo nu, em pares e em torno de um homem com um desproporcional associado viril.

Uma constituição que, a princípio, afirmou-se um ritual de culto ao feminino, à virilidade masculina, e que, actualmente, o centro de análise apresenta-lhe uma leitura inteiramente renovada e, de certo modo, feminista. “O perfeito seria ter uma reprodução, como estão fazendo outros centros de compreensão, visto que, hoje, as técnicas permitem que”, defende Anna Torres, conselheiro, guia e membro da Associação Associació d’Amics de lhes pintures do Cogul.

O novo projeto museológico “ainda não está fechado, porém há vontade política e social de jogá-lo pra frente”, diz. O centro de interpretação está aberto a começar por 2015, devido a um acordo entre a Autarquia, a câmara Municipal e o Consell Comarcal que desencalló a paralisia do projeto inicial.

Em plena decadência económica e em época de cortes, este ambicioso centro projetado pelo tripartido catalão foi fechado 3 anos. Antes da construção do centro, o casaco estava aberto ao público, entretanto em condições de extenso precariedade, em tal grau pro visitante como pras próprias pinturas. Umas escadas que subiam para a gruta, rodeado de trilhos, onde um vigilante-guia-recepcionista exercia todas as funções ao mesmo tempo.

Além disso, só podia ser visitado com hora marcada e era fundamental fazer a ligação à câmara Municipal ou à Agência em horário de serviço pra concertarla. Insiste em que as visitas à rocha não podem causar danos ao abrigo e que o intuito da reprodução é aumentar a capacidade do discurso. A rocha tem estado ao ar livre durante séculos, passou com nota boa em incontáveis exames de especialistas em conservação e os visitantes não chegam a tocar em nenhum momento a rocha, contudo podem observá-la de perto.

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Antigamente haviam chegado a molhar com água pra mostrá-los melhor, uma prática arriscada e abandonada há anos. Hoje em dia esse efeito realçador de cores que faz com que a umidade são capazes de desfrutar dos visitantes que frequentam o centro da cidade em um dia de nevoeiro. As horas de melancolia e pequeno luz solar direta são as espetaculares pra avaliar a coloração da rocha. Pra câmara municipal de uma cidade de 140 habitantes, qualquer acção de promoção externa representa um extenso vigor. “Estamos fazendo todo o possível por oferecer mais visibilidade ao Cogul”, promete a edil Anna Torres.

“Há outras semanas, a artista Lily Brik fez um mural pela cidade, foi espetacular: a câmara Municipal não lhe havia pedido que fosse sobre isto as pinturas, só que pintara algo referente com a paisagem de les Garrigues”, relata. Entretanto, a popular grafitera lérida se inspirou na Pedra dos Mouros: “ele Disse que eram muito poderosas e pintou mulheres iberas”.