Renascimento Do Século XII

O Renascimento do século XII, alega-se a uma série de alterações econômicas, sociais, políticos, ideológicos e culturais que afrontou a Europa durante o século XII. Tais modificações tendem a interrogar a velha ordem agrícola e rural do feudalismo como resultância o surgimento de um novo agente econômico e social: a burguesia mercantil e artesanal, as ressurgentes cidades. 2 primordiais processos políticos se criaram na Europa durante esse tempo.

As mudanças políticas precedentemente assinalados, foram simultaneamente causa e decorrência, por obra de um recurso de feedback, de uma série de modificações econômicas e sociais. Por um lado, o feudalismo lhe havia proporcionado constância social pra Europa-la, livrando-as devastadoras invasões de vikings, magiares e muçulmanos de séculos precedentes.

Por outro lado, desde a data carolíngia, os métodos agrícolas haviam experimentado uma revolução, com outras técnicas de constituição de gado e cultivo. A Primeira Cruzada, por sua vez, criou um ativo intercâmbio comercial entre o Oriente e o Ocidente, que foi aproveitado pelas cidades italianas pra elaborar riqueza, aproveitando-se da tua localização de intermediárias, financiando, deste modo, o movimento comunal italiano.

Embora as Cruzadas seriam finalmente fracassadas, cidades como Gênova, Veneza e Pisa se tinham transformado, há bastante tempo em interessantes atores políticos, dando-lhe novo poder à burguesia. A presença do dinheiro chateado por inteiro o sistema feudal, em diversas de cujas regiões se havia recuado até ao velho sistema de troca.

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Os senhores feudais viam com desconfiança o traço inerente à atividade comercial, e não eram partidários de investir em corporações ultramarinas que podiam lançar colheitas ricas ganhos, todavia assim como grandes perdas. Assim sendo, alguns comerciantes constataram que podiam atormentar os senhores feudais, pra prestar-lhes dinheiro em troca de pagar após uma taxa de juros, para deste modo acumular uma riqueza que investir em outros negócios. Nasceu, portanto a atividade bancária. Quanto aos burgueses, tenderam a se englobar em organizações chamadas organizações, guildas, confrarias ou artes, dependendo da localidade europeia em dúvida.

Essas associações sindicais protegiam seus interesses corporativos dentro do burgo, e assim como influíam na política do mesmo em focos externos. Nasceu, deste modo, a diplomacia e a competição por interesses econômicos (em tempos feudais, a luta se livrava por pilhagem, na expansão territorial, e até mesmo por razões tais como esporte ou mero idealismo). Andando o tempo, sob estas associações que protegiam seus membros, foi surgindo um novo estamento social, a dos trabalhadores assalariados, fonte de tensões sociais posteriores.

Os burgueses trouxeram consigo uma nova ética e uma nova forma de aprender a vida e o mundo. Para os burgueses, ligados psicologicamente para o seu dinheiro, o principal era a existência mundana e prazeres terrenos. Isso está distanciaban decisivamente do mundo feudal, que no valórico privilegiava a vida espiritual e a visão do organismo como uma “prisão da alma”.

Impuseram uma nova ética do trabalho, da legitimidade do lucro e o ganho (mesmo da usura), e do esforço e iniciativa individual a respeito da obediência e a sujeição a entidades colectivas. A educação filosófica e científica, na Alta Idade Média baseava-se numa das poucas cópias e comentários de textos gregos antigos, que se haviam conservado pela Europa Ocidental, depois do colapso do Império romano do Ocidente.

A maior quantidade da Europa tinha perdido contato com a compreensão do passado. Este assunto mudou com o Renascimento do século XII. Diante dos defeitos para assimilar as Escrituras e aproximar-se às recentes realidades sociais, a pesquisa intelectual em território muçulmano cresceria nos séculos XI e XII, promovendo um novo entendimento de obras clássicas.